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Quase 30 mil casos de dengue são registrados em MG em 2018
11/01/2019

Os cuidados contra o mosquito são os mesmos: não deixar água parada em recipientes como vasos, pneus velhos e vasilhas, lugares onde o Aedes aegypti se reproduz. Quase 30 mil casos prováveis de dengue foram registrados em Minas Gerais em 2018. Segundo a infectologista Cláudia Murta, o que se observa são as pessoas negligenciando pequenas atitudes que fazem a diferença na hora de se combater o mosquito, como cuidar do próprio quintal, por exemplo. Ainda conforme a médica da Santa Casa de Belo Horizonte, os números podem ser maiores porque uma infinidade de casos não é notificada, seja porque o paciente não procurou atendimento, seja por subnotificação, ou seja, a infecção é muito maior e demonstra como o vírus e o vetor estão em circulação em nosso estado. A sensação que o pior já passou aumenta o descompromisso com o mosquito. Os cuidados são os mesmos: não deixar água parada em recipientes como vasos, pneus velhos e vasilhas, lugares onde o Aedes aegypti se reproduz. Os ovos do mosquito se conservam férteis e ressecados por muito tempo. Basta a combinação de umidade e calor chegar para que ele ecloda dando origem a um novo mosquito. A especialista acrescenta que em invernos quentes, como o que experimentamos em 2018, o Aedes pode se reproduzir. Estão em circulação no Brasil os quatro tipos de dengue até então identificados. Quem já foi infectado por um deles, continua vulnerável aos demais. Quem teve dengue pela segunda vez tem mais risco de desenvolver casos graves da doença, capazes de matar. A dengue é uma infecção viral aguda que começa como uma dor de cabeça atrás dos olhos, febre, dor no corpo, por exemplo. O normal são os sintomas sumirem em poucos dias, entretanto, quando a doença evolui, o paciente sente dores fortes nas articulações, dores abdominais, ambos sinais de alerta. O quadro de dengue hemorrágica afeta a pressão do corpo e sua capacidade de conter sangramento. São medidas de autoproteção evitar exposição ao mosquito, em especial no fim da tarde, horário que é o Aedes está mais ativo; usar repelente; usar roupa que cubram pernas e braços em locais afastados; colocar mosquiteiros nas camas e berços das crianças.
Fonte: G1
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